Crítica | Dragon Ball Super: Broly

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Apesar da Terra estar em um período de calmaria, Goku se recusa a parar de treinar constantemente – ele quer estar pronto para quando uma nova ameaça surgir. O que ele não imaginava era que seu novo inimigo seria Broly, um poderoso super saiyajin sedento por vingança, que deseja destruir todos que encontrar pela frente.

Por Natan Marin

2019 chegou. E para abrir os grandes lançamentos de 2019, a franquia Dragon Ball estreia a sua vigésima adaptação e a primeira a trazer em seu título o “Super”.

Além disso, a direção e o roteiro são de seu criador, Tatsuya Nagamine.

Esta nova aventura não é tão emocionante como as anteriores, principalmente se comparado ao Renascimento de Freeza e A Batalha dos Deuses, mesmo assim, tem uma boa história.

Aqui somos apresentados a um pouco mais do passado da série Dragon Ball, que é o título do filme, Broly.

O personagem foi exilado de seu planeta, pelo próprio rei Vegeta e agora quer vingança.

Esta história tem seus acertos e erros. E é interessante perceber através desta nova aventura, que uma as melhores adaptações para as telas é justamente uma que não teve roteiro de seu criador, A Batalha dos Deuses.

Dragon Ball Super: Broly consegue também manter os elementos que fazem desta série um dos maiores sucessos da TV durante as últimas décadas.

Este filme começa um pouco arrastado, mas conforme a aventura cresce, a aventura segue junto, principalmente na hora das batalhas contra o novo antagonista.

Broly não é apenas um novo vilão, mas sem dúvida alguma, um dos melhores já criados por Nagamine. Broly além de forte, é selvagem. E de forma inteligente, o roteiro não entrega totalmente a sua história, deixando dúvidas para possíveis sequências.

Dragon Ball Super: Broly pode até parecer o mais do mesmo, mas para os fãs da série, está além disso.

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