Crítica‌ ‌‌|‌‌ ‌Dora‌ ‌e‌ ‌a‌ ‌Cidade‌ ‌Perdida:‌ ‌Live‌ action‌ ‌de‌ ‌‘Dora‌ ‌a‌ ‌Aventureira’‌

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O ano de 2019 está recheado de live action que foram produzidos com o objetivo de nos fazer ter uma viagem no tempo e relembrar animações que fizeram parte de nossa infância, porém agora com um novo olhar e com uma superprodução. A aposta da vez é a adaptação de ‘Dora Aventureira’, desenho animado da Nickelodeon, que contava a história de uma garota latino-americana de sete anos que vivia várias aventuras na floresta junto com o seu melhor amigo Botas (que era um macaco) e com sua mochila falante. 

O filme Dora e a Cidade Perdida traz uma nova etapa da vida da Dora (Isabela Moner), que sempre viveu na floresta, porém agora é inserida no ensino médio, após seus pais (Eva LongoriaMichael Peña) mandarem ela para viver com a avó e tios, pois eles estão indo em uma expedição, caçar uma cidade perdida. O primeiro desafio da personagem principal no longa é aprender a viver em uma sociedade com uma cultura totalmente diferente da sua, além disso, ela precisará saber lidar com os problemas e desafios do tão temido ensino médio. Logo em sua chegada na escola, somos apresentados aos personagens que irão acompanhar a personagem ao longo das próximas aventuras no filmes, são eles: Diego (Jeff Wahlberg), Sammy (Madeleine Madden) e Randy (Nicholas Coombe). O ápice da história é quando esses personagens são sequestrados por uma quadrilha que tem interesse em encontrar a cidade de Parapata (local onde os pais de Dora foram tentar localizar).

A grande ação do filme é a fuga de Dora e seus amigos, que além de estarem fugindo dessa quadrilha, tem a missão de tentarem encontrar os pais da aventureira. O longa é incrivelmente empolgante e te faz ficar preso na história do início ao fim. Mesmo quem não curte filmes infantis, irá gostar da produção. 

Obviamente Dora e a Cidade Perdida traz várias conexões com a animação a qual ele foi adaptado. Além da personagem principal, você verá novamente o macaco melhor amigo de Dora (Botas), a raposa falante e sua tão famosa mochila roxa que sempre acompanhou ela em suas aventuras.  

Os pontos negativos da ação é a forma como os personagens interagem com os animais, principalmente com a raposa e o macaco, pois eles em algumas cenas conversam com a protagonista. Esse diálogo entre os animais e os seres humanos foi colocado no filme de uma forma muito superficial e chega ao ponto de ser engraçado. Além disso, o longa deixa algumas histórias em aberto, como por exemplo qual foi o final de alguns personagens, principalmente do Diego e Sammy. 

Apesar de ter alguns lados negativos, os positivos se sobressaem e o filme é uma super indicação para você assistir junto com sua família e principalmente com a criançada. 

O filme é dirigido por James Bobin e tem duração de 102 minutos. Distribuído pela Paramount Brasil, o longa tem estreia prevista para o dia 14 de novembro.

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