Crítica | O Mistério do Relógio na Parede

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Que criança nunca quis assistir a um filme de terror e não pode? A curiosidade é sempre grande.

Pois bem, O Mistério do Relógio na Parede não é um filme de terror, mas está dividido entre os gêneros de Fantasia e Terror. E está aí uma boa pedida para a criançada.

O filme é baseado no livro de mesmo nome, que está sendo relançado no Brasil pela Galera Record. Escrito por John Bellairs em 1973, tanto filme como obra, ainda são bem atuais.

Só que aqui, vamos falar sobre a adaptação para os cinemas!

Como descrito no início da crítica, O Mistério do Relógio na Parede, é feito para crianças. Adultos também podem e devem assistir, principalmente com seus filhos. É uma aventura simples, com uma ótima fotografia, uma ambientação – a Mansão -, espetacular e que sem dúvida nos dá vontade de morar no local.

Jack Black e Cate Blanchett dão o tom da história e entregam personagens carismáticos e envolventes. Infelizmente a atuação do jovem Owen Vaccaro deixa um pouco a desejar. Mas nada que estrague a aventura.

Existe um certo ar de mistério que é entregue até rápido sobre o tio e a Mansão, assim como os problemas que o jovem Lewis irá enfrentar. Além de certas partes que ele faz na aventura que uma criança jamais faria por medo de um tio que jamais conheceu.

Mesmo assim, todo conteúdo é feito para ser simples e encantar as crianças. É para elas se envolverem nesta aventura e ajudarem o protagonista a solucionar os problemas.

Com fortes doses familiares e descobrir que tanto adultos quanto crianças possuem problemas, de modo diferentes, O Mistério do Relógio na Parede nos fala sobre o tempo e as perguntas que queremos descobrir sobre nossa família. E não apenas a respeito dela, mas também dos motivos que nos fazem ter aquela curiosidade da batida na parede, da sombra atrás de nós e que em vez de sairmos correndo, ainda queremos olhar e descobrir o que são.

O Mistério do Relógio na Parede é um filme para ser assistido com seus filhos e com olhos e alma de uma criança. Principalmente sobre uma obra que ainda aborda a descoberta do mundo através dos livros, em vez de ser tudo entregue por um aplicativo na internet.

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